Fábio Augusto Steyer - Página Pessoal


QUEM SOU EU...

Formação acadêmica:
Licenciatura em História (PUCRS/1994 a 1998);
Bacharelado em Comunicação Social/Jornalismo (PUCRS/1993 a 1998);
Bacharelado em Filosofia (PUCRS/desde 1998 - matrícula trancada);
Especialização em Produção Cinematográfica (PUCRS/1999);
Mestrado em História (PUCRS/1998 a 2000);
Licenciatura em Letras/Português (PUCRS/em andamento, desde 2002);
Doutorado em Letras (UFRGS/a partir de abril de 2003).

Atividades profissionais:
Professor no Centro de Ciências da Comunicação da UNISINOS/São Leopoldo-RS/desde março de 2000 (www.unisinos.br);
Professor no Departamento de Educação/Cursos de História e Comunicação Social da UNIVATES/Lajeado-RS/desde fevereiro de 2002 (www.univates.br);
Professor no Departamento de História da UCS/Caxias do Sul-RS/ (2001 a 2002) (www.ucs.br).
Músico, registrado na Ordem dos Músicos do Brasil.

Áreas de interesse:
História;
Filosofia;
Cinema;
Comunicação Social (Jornalismo,História da Comunicação, relações entre mídia e cultura);
Filosofia da Morte;
Cemitérios: Arte, Sociedade, História e Antropologia;
Música (principalmente festivais de música);
Literatura;
Poesia;
Enologia;
GRÊMIO FOOTBALL PORTO-ALEGRENSE!!!



PUBLICAÇÕES

Livros individuais
 Cinema, Imprensa e Sociedade em Porto Alegre (1896-1930). Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001, 280 p.

 O Cinema em Porto Alegre (1896-1920). Porto Alegre: Edição do autor, 1998 (1a edição) e 1999 (2a edição), 136 p.

 Ser Disperso - Poemas. Porto Alegre: Edição do autor, 1999, 74p.

Livros/Co-autor

 Cemitérios no Rio Grande do Sul: Arte, Ideologia e Sociedade. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000. Coletânea de artigos dos membros do grupo de pesquisa “Arte Cemiterial no Rio Grande do Sul”.

 Um Estudo Comparativo das Manifestações das Relações Homem-Morte Presentes nos Cemitérios de Santo Antônio da Patrulha e Alguns de seus Municípios Descendentes. In: BARROSO, Véra Lucia Maciel (Org.). Raízes de Santo Antônio da Patrulha e Caraá. Porto Alegre: EST, 2000, p. 372-387.

 Tempo e Realidade em ‘Através das Oliveiras’, de Abbas Kiarostami. In: HAUSSEN, Dóris Fagundes (Org.). Mídia, Imagem e Cultura. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000, p. 337-349.

 A Visão dos Viajantes Sobre a Saúde e as Doenças no Rio de Janeiro no Final do Período Colonial. In: BELLOMO, Harry Rodrigues (Org.). Visões do Passado: Estudos de História Colonial Brasileira. Porto Alegre: Edição do autor, 2000, p. 31-43.




AS RUAS DO TEMPO

Nas ruas do tempo,

as calçadas são feitas de vento.

Em seus bueiros se move a humanidade,

que agoniza nos cantos escuros da cidade.

Nas ruas do tempo,

os homens estão encarcerados.

Eles se apoderam de eternos momentos,

que revelam os nós do movimento.

Nas ruas do tempo,

a vida passa ligeiro

e põe fim ao imobilismo.

Mas seu andar é imóvel

e traduz nas engrenagens

um perfeito mecanismo.

Nas ruas do tempo,

há um ponto comum de encontro.

Nos labirintos do mundo,

um lugar morto e de assombro.

Nelas, por mais que se ande,

o chão de pronto se expande.


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Se você gosta de alguma área de meu interesse ou simplesmente gostaria de me conhecer, escreva pra mim! Prometo que, na medida do possível, responderei a todos.


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